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Renda x Despesa: uma equação simples, mas complexa ao mesmo tempo

Definir o padrão de vida com base em tudo o que se recebe (renda) e em tudo que se paga (despesa) é o ideal para ter uma boa saúde financeira. Mas como executar isso no dia a dia?
8 de Dez de 2021
2 minutos de leitura

A regra é clara: quem gasta mais do que ganha acaba se endividando . Apesar de ser uma equação simples, a complexidade do assunto no dia a dia faz muitas pessoas não colocarem a regra matemática em prática e acabarem se complicando com as finanças. Para te ajudar no controle de renda x despesa , o What’s next preparou algumas dicas importantes. Fique ligado!

Renda x despesa: entenda!

Antes de mais nada é preciso relativizar o que, de fato, é considerado renda e despesa. Vamos lá:

- Renda: Muita gente acredita que renda é estritamente o salário recebido mês a mês no emprego. Mas a renda vai além disso. Afinal, ela é entendida por toda a receita que uma pessoa embolsa todos os meses, incluso o salário, mas também a venda de bens, o recebimento de um imóvel alugado, o 13º salário , dividendos de investimentos, ou até mesmo a ajuda financeira ou a herança de um parente.

- Despesa: As despesas são antagônicas à renda. Isso é: tudo o que precisa ser pago entra como despesa. Aluguel, alimentação, impostos, transporte, mensalidade escolar, academia, viagens, faturas do cartão, apostas na loteria... Tudo que efetivamente sair do bolso é considerado despesa.

Tanto na renda como na despesa há situações atípicas que fogem ao controle daquilo que é habitualmente fixo. Ou seja: em um determinado mês a renda pode aumentar com a venda de um carro usado ou algo do gênero. Bem como a despesa também pode aumentar com a necessidade de comprar um remédio na farmácia. O importante é ter os conceitos estabelecidos na cabeça com aquilo que entra e sai todos os meses, deixando as situações excepcionais de lado.

A ‘regrinha’ do bolso

Na internet há muitas ‘regrinhas’ do bolso para equalizar o orçamento pessoal ou familiar, conhecidas como “50/30/20” . O que significa isso? Resumindo, essa regra (e outras semelhantes) indicam que o ideal para manter o equilíbrio financeiro é usar 50% da renda para despesas essenciais ou obrigatórias (moradia, alimentação, transporte, saúde etc.), 30% para aquilo chamado de ‘não essencial’ (viagens e lazer, por exemplo), e, por fim, destinar os 20% restantes para investimentos .

Olhando assim, parece ser algo simples, não? O problema é conseguir manter este equilíbrio no dia a dia. E muita gente tem sofrido com isso: afinal, de acordo com o CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), em estudo divulgado em outubro de 2021, cerca de 74,6% das famílias brasileiras estão endividadas. Obviamente, o momento difícil enfrentado pelo país, com inflação alta, desemprego e taxa de juros elevada, não contribui para essa equação. Mas, dentro de cada realidade, o importante é conseguir pôr em prática esta ou qualquer regra semelhante para equalizar de uma forma saudável a renda x despesa.

A dica mais valiosa é sempre ter em mente que o padrão de vida de gastos deve seguir – sempre – o padrão de recebimentos . Quem ganha R$ 100 e gasta R$ 120 todos os meses rapidamente estará endividado, e a bola de neve da dívida só tende a crescer com o passar do tempo.

Comece a investir

Muita gente tem medo de investir pois parte do princípio de que: “se não estou conseguindo saldar minhas próprias despesas com minha renda, como arrumarei dinheiro para investir?” E é aí que está o centro da questão: pôr em prática um planejamento financeiro passa muito por pensar não só no presente, mas também no futuro.

Primeiramente, o importante é criar o hábito de investir sempre que receber a renda mensal. No mesmo dia que receber seu salário ou parte do lucro de sua empresa, tente destinar algo para o futuro. Pense que é um “boleto para o "seu eu" daqui a alguns anos”. No next , por exemplo, há diversas opções de investimentos por apenas R$ 1 . Isso mesmo! Para conhecer é só acessar: app next > investimentos .

Exemplo: uma pessoa que recebe R$ 2 mil, caso siga a ‘regrinha’ do bolso, supracitada, destinará R$ 400 ao mês para investimentos (o que significa 20% da renda). Assim, essa pessoa teria que saber que o padrão de vida mensal dela será de R$ 1.600 e não os R$ 2 mil que recebe. Esse é o aspecto principal para começar a ter as finanças em dia. Os juros compostos e a liquidez dos investimentos transformarão este investimento e poderão, num futuro próximo, levar a pessoa a conquistar a independência financeira.

CDB next: um bom aliado

O CDB next , disponível no app e com investimento inicial de R$ 100, é um produto seguro para começar no mundo dos investimentos. Afinal, o CDB next rende 100% do CDI e, para exemplificar melhor, preparamos um exemplo.

Considerando a taxa Selic a 9% ao ano (que é o padrão atual, em dezembro de 2021), um investimento de R$ 400 mensais no CDB next fará com que o investidor alcance R$ 150 mil em 15 anos. Isso mesmo! Obviamente, não é possível prever a inflação do período, mas, independentemente disso, não deixa de ser um patrimônio relevante e que dará tranquilidade financeira para o investidor.

Por fim, a dica é: faça seu planejamento financeiro de acordo com sua realidade. Depois, execute esse planejamento. Se puder investir, melhor ainda. O presente e o futuro tendem a ser mais seguros e com menos preocupações.

Fique ligado, que em breve tem mais conteúdo por aqui ; )

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